I love Slime na ESAR


Recentemente, através de plataformas virtuais como o Youtube, Instagram e Facebook, popularizou-se rapidamente entre crianças e adultos a confecção e uso de ‘slimes’. ‘Slime’ é um produto não tóxico, viscoso e mole usado inicialmente por crianças para fins de entretenimento, mas que hoje também é usada, por adultos, para fins terapêuticos como o alívio do stress.

Assim, visando proporcionar o ensino dos conteúdos programáticos do currículo escolar de uma forma dinâmica, foi proposta a oficina de ‘Slime’ para que conteúdos tais como cores, números e medidas, gêneros textuais como aviso, receita ou convite pudessem ser trabalhados ativamente através de uma atividade lúdica e que faz parte do cotidiano dos alunos fora da escola.

Coordenada pelo professor João Kaio Barros, a oficina de ‘slime’ (I Love Slime) aconteceu dia quinze (15) de março de 2019, na Escola Santo Afonso Rodriguez. Esta foi uma atividade coletiva na qual os alunos trabalharam juntos em um ambiente onde puderam compartilhar os conhecimento e usar suas habilidades individuais para atingirem um objetivo. Esta oficina ocorreu a partir da “necessidade premente de reformulação do ambiente escolar e de repensar muitas das atuais práticas pedagógicas, de modo a rever os espaços, recursos e metodologias” (PEC, n. 24, 2016).

A oficina teve por objetivo proporcionar a integração e vivência dos conteúdos curriculares programáticos através da prática lúdica de criação da ‘slime’. Durante a oficina os alunos estiveram reunidos com a presença de duas convidadas que ensinaram de maneira divertida como fazer ‘slime’ e puderam, de maneira lúdica, por em prática conhecimentos sobre medidas e quantidades e trabalhar suas habilidades de comunicação em Língua Inglesa expressando seus desejos e descrevendo o produto que desejam produzir. Esta atividade beneficiou, também, o desenvolvimento de uma cultura de solidariedade, fortaleceu as relações de amizade e companheirismo, e estimulou a criatividade e o interesse pelo saber dos alunos.

Matéria Produzida pelo professor João Kaio Barros.

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